Fim da linha
A arquitetura End-of-Row (EoR) posiciona os switches de acesso fisicamente no final de cada fileira de racks de servidores. Todos os servidores dessa fileira possuem cabos conectados ao switch de fim de fileira, que, por sua vez, se conecta ao switch ou roteador central para permitir um acesso mais amplo à rede.

Principais benefícios
Menor custo total de propriedade: Consolidar o hardware de switches reduz tanto os custos iniciais de aquisição quanto as despesas operacionais de longo prazo com gerenciamento e manutenção.
Eficiência da camada de agregação: exige menos portas de uplink de alta velocidade em switches de núcleo ou de agregação em comparação com arquiteturas distribuídas.
Vantagem Econômica: Normalmente se mostra mais econômico do que implantar switches em um modelo Top-of-Rack (ToR).
Principais limitações
Restrições de desempenho relacionadas à distância: O comprimento máximo dos cabos entre o switch de fim de linha e os servidores pode impor limites à integridade do sinal, afetando potencialmente a latência e a taxa de transferência máxima.
Complexidade da cablagem: Requer extensas instalações de cabos horizontais, resultando em calhas de cabos densas e uma gestão mais complexa dos painéis de ligação.
Rigidez operacional: As atividades de manutenção e as atualizações de hardware são altamente disruptivas, pois exigem a inatividade de toda uma linha de servidores.

Meio da fileira
A arquitetura Middle-of-Row (MoR) posiciona um switch no centro de cada fileira de racks de servidores. Nesse projeto, os servidores dentro da fileira se conectam a esse switch central, que então é conectado a um switch ou roteador central para conectividade em toda a rede. Sua principal diferença em relação à arquitetura End-of-Row (EoR) é o comprimento reduzido dos cabos, já que o posicionamento do switch minimiza a distância até os servidores mais distantes. Os demais conceitos operacionais permanecem semelhantes ao modelo End-of-Row.

Topo da prateleira
O design Top-of-Rack (ToR) posiciona um switch de alto desempenho no topo de cada rack de servidores. Ao conectar os servidores pelo caminho mais curto possível, esse switch proporciona acesso de baixa latência e alta largura de banda, agregando o tráfego do rack de forma eficiente antes de encaminhá-lo para a rede principal por meio de uplinks de alta velocidade.

Principais vantagens
Simplicidade operacional: Confina a passagem de cabos ao interior do rack, simplificando drasticamente a infraestrutura física e a gestão diária.
Implantação com boa relação custo-benefício: Utiliza cabos curtos e baratos, reduzindo os custos iniciais de material e instalação.
Escalabilidade modular: Suporta expansão granular, rack por rack, sem a necessidade de redesenhar toda a infraestrutura de cabos.
Manutenção independente: Permite atualizações ou resolução de problemas no nível do rack sem afetar os sistemas adjacentes.
Principais desvantagens
Aumento das despesas operacionais: A proliferação de switches implica em maior consumo agregado de energia e maiores necessidades de refrigeração, elevando os custos contínuos.
Complexidade de gerenciamento: Requer a supervisão de um número maior de dispositivos de rede, aumentando a sobrecarga administrativa.
Risco de subutilização de recursos: Pode resultar em portas de switch ociosas ou desperdiçadas se nem toda a capacidade dentro de um rack for utilizada.

